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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Buscas vão continuar até que seja encontrado o último desaparecido
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
26/01/2012 | 19h30 | Rio de Janeiro


O Centro de Operações da Prefeitura do Rio informou hoje (26) que está desde ontem em estado de atenção, existe previsão de chuva o que poderá prejudicar a busca por vítimas. Imagem: Vladimir Platonow/ABr
Vladimir Platonow/ABr

O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro informou, há pouco, que foram localizados até o momento quatro corpos entre os escombros dos três prédios que desabaram na noite de quarta-feira (25) no centro do Rio. A informação foi confirmada pelo Instituto Médico-Legal.

Segundo o secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Roberto Osório, as buscas continuarão 24 horas por dia e só se encerrarão quando for encontrado o último desaparecido.

O primeiro corpo identificado foi o de Moisés Moraes da Silva, que trabalhava como catador de papéis e se encontrava na porta de um dos prédios que desabaram na Avenida 13 de Maio. A prima dele, Vera Lúcia dos Santos Freitas, identificou o corpo.

Na noite de hoje (26), o governador Sérgio Cabral decretou luto oficial de três dias no estado do Rio de Janeiro, em memória dos mortos no desabamento dos três prédios situados na Avenida 13 de Maio. O decreto sobre o luto oficial será publicado amanhã (27), no Diário Oficial do Estado.

Da Agência Brasil

Rio: empresário diz que havia pelo menos 20 em prédio
26 de janeiro de 2012 11h32 atualizado às 17h15

Eduardo Paes foi ao local do desabamento. Foto: Beth Santos/PCRJ/Divulgação

Eduardo Paes foi ao local do desabamento
Foto: Beth Santos/PCRJ/Divulgação

Testemunhas do desabamento de três prédios no centro do Rio de Janeiro na noite de quarta-feira voltaram ao local na manhã desta quinta-feira e contaram como foi a tragédia. "Pelo horário, tinha pelo menos 20 pessoas nesse prédio. O número de vítimas deve ser maior do que estão anunciando", afirmou o empresário Marcelo Ferreira, 41 anos, dono de uma ótica que funcionava em uma das construções.

Confira como fica o trânsito no local após os desabamentos

Ele confirmou que havia obras em dois andares do prédio. Ferreira disse que, assim que saiu, conversou com o porteiro e que um dos zeladores estava desaparecido. Ferreira calcula em R$ 200 mil os prejuízos, mas ainda não conseguiu parar para pensar como vai reconstruir a vida.

O dono de uma empresa que ocupava quatro andares de um dos prédios contou que havia pelo menos 12 pessoas em uma das salas no momento da tragédia. Roberto Monteiro, que é analista de sistemas e tinha uma empresa de informática, estava muito abalado e disse que ainda não tinha informações sobre os desaparecidos, que estavam participando de um treinamento.

Ele fez contato com as famílias das pessoas na esperança de obter alguma informação, mas não conseguiu retorno. "Não penso em prejuízo neste momento. Só na vida das pessoas", afirmou.

A advogada Ana Lúcia Farias, 50 anos, tem uma sala no edifício 478, em frente ao que desabou. Ela trabalha no local há 18 anos. Quando escutou o estrondo do desabamento, Ana desceu com o marido para ver o que estava acontecendo. Segundo o seu relato, pessoas gritavam desesperadas.

A advogada disse ainda que sentiu cheiro de gás, mas acredita que ocorreu o rompimento de uma tubulação após o desabamento. Ana Lúcia teme que as interdições feitas pela prefeitura nos prédios vizinhos atrase o andamento dos processos judiciais. Segundo ela, a região tem muitos escritórios de advocacia, e os prejuízos devem ser grandes.

Sobrevivente de desabamento de prédios no Rio agradece a Deus – Assista…

janeiro 26, 2012

Testemunhas e sobreviventes relataram momentos de desespero após o desabamento de três prédios na noite desta quarta-feira (25) no Centro do Rio de Janeiro e agradecem a Deus por livramento. – Clique, leia, assista e comente…

O acidente ocorreu por volta das 20h30. Um prédio de 20 andares, outro de 10 e um imóvel de quatro pavimentos ficaram em ruínas. No momento do desabamento, quem estava no quarteirão relata ter visto muita poeira após um tremor.

Entre os relatos de testemunhas e sobrevivente tem o do Alexandro que não sofreu nenhum ferimento. “Eu estava no térreo. Aí comecei peguei um material para subir para o nono. Quando a porta se abriu, eu vi o prédio se esfacelando. Aí voltei para o elevador de novo, quando voltei, ele despencou, de porta aberta. Aí parou entre o 4º e 3º andar estacionado. Aí caiu o reboco por cima e danificou um pouquinho. Graças a Deus que comigo não aconteceu nada. A sorte é que estava com aparelho de celular no bolso. Daí liguei pro meu compadre que tava do lado de fora no térreo, daí que aconteceu tudo. Ele falou: fica calmo que o bombeiro vai chegar, vai te pegar”, conta.

Outra sobrevivente diz “Graças a Deus em mim só foi este pó, que já tirei e nunca vi nada igual”

Assista a matéria do G1/RJ pela repórter Sandra Moreyra/RJ e comente…


Testemunhas e sobreviventes falam sobre desabamento de prédios no Rio de Janeiro

'Vou morrer', diz homem que se jogou em elevador e sobreviveu a queda livre. 'Poeira tomou conta de tudo', afirma testemunha da queda de edifícios



Testemunhas e sobreviventes relataram momentos de desespero após o desabamento de três prédios na noite desta quarta-feira (25) no Centro do Rio de Janeiro. O acidente ocorreu por volta das 20h30. Um prédio de 20 andares, outro de 10 e um imóvel de quatro pavimentos ficaram em ruínas.

No momento do desabamento, quem estava no quarteirão relata ter visto muita poeira após um tremor.

'Começou a estalar'
“Estava na fila do ônibus aí começou a estalar. Aí quando olhei entrei em pânico, que aí foi desabando, eu caí e não vi mais nada”, afirmou uma mulher que estava em um ponto de ônibus.

'Só deu tempo de correr'
“Eu estava no prédio do lado, de repente, eu pensei que era o restaurante deles. Eu saí correndo desesperado do jeito que eu estava”, disse um morador, coberto de poeira.

“Só deu tempo de a gente correr”, diz outro. “Quando a gente se deu conta o prédio estava vindo na nossa direção, ele começou a contar”, afirma uma das testemunhas. “A gente correu, poeira tomou conta de tudo.”

'Ele estava lá dentro'
Everton procurava pelo pai em meio aos carros de Bombeiros. “O celular está desligado, ele só sai às 21h. Na hora que o prédio desabou ele estava lá dentro”, afirmou.

'Ela não se despediu'
Vitor chorava em busca de notícias da mulher Alessandra, que trabalhava no prédio. Ele falava com ela pelo computador quando a comunicação cessou. “Eu estava com ela no MSN aí caiu, liguei ninguém atendia, não consegui mais falar, ela não tinha saído, ela não se despediu, não falou nada, estou desesperado, preciso saber se ela está lá ainda."

'Caos total'

César, gerente de uma loja de sucos em frente aos prédios que desabaram, afirma, na manhã desta quinta, que o local virou “um caos total”. Ele conseguiu voltar ao lugar do desabamento para desligar equipamentos de sua loja. “Tudo destruído. Consegui entrar porque pedi a colaboração do Guarda Municipal porque deixamos máquinas ligadas. A loja está toda destruída. Foi uma correria muito grande.”

Salvo pelo elevador: 'vou morrer'
No hospital Souza Aguiar, onde é realizado o atendimento aos feridos, Alexandro recebeu alta. Ele estava dentro do elevador do prédio maior, onde afirma ter se jogado para se salvar. “Foi horrível, não sei como tive discernimento de voltar para o elevador. Foi o que me salvou. Quando eu vi aquilo tudo caindo eu falei: vou morrer. Cheguei a pensar. Quando começou a cair em queda livre o elevador, aí cheguei a pensar: é hoje que não volto mais para casa.”

Alexandro não sofreu nenhum ferimento. “Eu estava no térreo. Aí comecei peguei um material para subir para o nono. Quando a porta se abriu, eu vi o prédio se esfacelando. Aí voltei para o elevador de novo, quando voltei, ele despencou, de porta aberta. Aí parou entre o 4º e 3º andar estacionado. Aí caiu o reboco por cima e danificou um pouquinho. Graças a Deus que comigo não aconteceu nada. A sorte é que estava com aparelho de celular no bolso. Daí liguei pro meu compadre que tava do lado de fora no térreo, daí que aconteceu tudo. Ele falou: fica calmo que o bombeiro vai chegar, vai te pegar”, conta.

'Ela não atendeu mais o celular'
Chorando muito e ao lado do filho, Roberto Flaviano, de 64 anos, procurava notícias sobre a mulher, Ana Cristina Faria Silveira, de 51 anos. O casal trabalhava junto em um escritório de contabilidade, no 11º andar do edifício. Ele disse que mulher sempre ficava até mais tarde na sala, para concluir documentos da empresa.

“A última vez que falei com ela foi às 20h e depois ela não atendeu mais o celular”, contou. "Minha esperança é que ela esteja presa em algum lugar. Eu não sei mais o que fazer. É uma angústia muito grande", disse Flaviano.

'Senti um bloco de concreto caindo nas minhas costas'
Gilberto Figueiredo, de 33 anos, conta que estava trabalhando no 9º andar de um dos prédios que desabou, decorando um escritório. "Quando estava indo embora senti o elevador balançar. Já na portaria senti um bloco de concreto caindo nas minhas costas e saí correndo. Foi Deus, sinto que nasci de novo", desabafou.

‘Parecia uma chuva caindo’
Rodrigo, que tomava um café em uma lanchonete próxima ao local, diz que viu uma névoa. “A sensação que eu posso descrever agora é bem confusa. Escutei um barulho muito forte, um estrondo. Parecia uma chuva caindo. Quando vi era uma névoa. A única coisa que nós conseguimos pensar era tentar abrir, uma salvação. Rapidamente não dava para enxergar quem estava ao seu lado.”

'É impressionante'
O diagramador Vitor Ferreira, que há apenas duas semanas trabalhava num escritório de traduções no oitavo andar do prédio de 20 andares notou ao chegar de manhã que poeira e algum tipo de cascalho caíam de andares superiores quando subiu de elevador para o trabalho. "É impressionante", diz sobre o local do acidente.

Encontrados sobreviventes da tragédia no Rio nesta madrugada! A esperança continua

26 de janeiro de 20120

Cinco vítimas do desmoronamento de três prédios no centro do Rio de Janeiro, bem pertinho do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, na tragédia da noite desta quarta-feira, foram encontradas com vida! E sem ferimentos graves. O que reforça a esperança e torcida para que os outros que estavam trabalhando até mais tarde – eram edifícios comerciais -, também sejam encontrados vivos.

Bombeiros encontram corpos nos escombros dos três edifícios que desabaram no centro do Rio de Janeiro

Bombeiros encontram corpos nos escombros dos três edifícios que desabaram no centro do Rio de Janeiro

Bombeiros encontram corpos nos escombros dos três edifícios que desabaram no centro do Rio de Janeiro

O Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro está com mais de 40 homens na região do desabamento dos três edifícios na Capital Fluminense. Até o momento 3 corpos já foram encontrados e 16 pessoas estão desaparecidas e cinco foram atendidas com ferimentos em hospitais próximos. As ruas no entorno estão bloqueadas e a Defesa Civil ainda não informou sobre as causas do desabamento.

O acidente ocorreu nesta quarta-feira (25/01) quando três prédios na cidade do Rio de Janeiro. Um deles, o Edifício Liberdade que tinha aproximadamente 20 andares, em um local de grande movimento e importância histórica, no centro do Rio de Janeiro na rua 13 de Maio, próximo ao Theatro Municipal, na Cinelândia. O desabamento aconteceu por volta das 20h15.

Roberto Monteiro, que trabalhava em uma empresa de informática no 10º andar, disse que 12 funcionários estavam no local. “Eles participavam de um treinamento interno que terminava às 21h. “Agora estamos dando apoio aos parentes e aguardando o trabalho dos bombeiros, rezando que haja sobreviventes.”

Já o diagramador Vitor ferreira, que trabalhava em uma firma de tradução no 8º andar, disse que ao sair ontem, por volta das 18h30, ficaram seis pessoas na empresa. Ele lembra que viu caindo poeira e pedaço de carvalho pelo vão do elevador e que durante o dia houve movimentação nas obras. “Durante todo dia ouvi barulho de serra e marretada”.

Equipes da Defesa Civil Municipal, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar estão trabalhando no isolamento da área e na procura de possíveis vítimas. Vários carros que estavam estacionados na Rua 13 de Maio ficaram cobertos de poeira, devido aos escombros. Os bombeiros confirmaram também que há um forte cheiro de gás na região.

No saguão do prédio funcionava uma agência do Banco Itaú e uma padaria. Nas proximidades também ficam o tradicional Bar Amarelinho, que reúne políticos, artistas e jornalistas há décadas.

Equipe de resgate e de remoção dos escombros trabalham durante a manhã desta quinta-feira (26), no centro do Rio de Janeiro

Equipe de resgate e de remoção dos escombros trabalham durante a manhã desta quinta-feira (26), no centro do Rio de Janeiro

Por conta do acidente, o tráfego está interditado na rua Evaristo da Veiga e no trecho da avenida Almirante Barroso, entre a rua Senador Dantas e a avenida Rio Branco, segundo o Centro de Operações.

Operário resgatado em elevador de prédio que desabou tem alta de hospital no Rio

Teve alta há pouco no Hospital Municipal Souza Aguiar o operário Alexandro da Silva Santos, de 31 anos, que foi resgatado pelos bombeiros, dentro do elevador do prédio de 20 andares – um dos três que desabaram na Avenida 13 de Maio, no centro do Rio. Alexandro trabalhava em uma obra de reforma no 9º andar do prédio.

O operário contou que ouviu um estalo e logo depois o prédio começou a ruir. Imediatamente, correu para o elevador, a fim de se proteger.
Com Alexandro, trabalhavam na obra mais cinco pessoas. Uma delas, Cristiane do Carmo, sofreu corte profundo na cabeça, foi submetida a uma cirurgia durante a madrugada, no Souza Aguiar, e agora passa bem, segundo a assessoria de imprensa da unidade, onde permanece internada.

Ainda no Souza Aguiar, continuam internados André Luiz de Souza e Marcelo Antonio, mais dois feridos no desabamento. Eles também estavam no prédio de 20 andares.

Já Francisco Rodrigues, de 37 anos, recebeu alta ainda na noite passada. Ele estava passando pela calçada, na Avenida 13 de Maio, e sofreu ferimentos leves.

Prédios de quarteirão em frente ao edifício que desabou no Rio são interditados

Os prédios do quarteirão compreendido entre as Avenidas 13 de Maio e Almirante Barroso, a Rua Senador Dantas e a Travessa dos Poetas de Calçada, no centro do Rio, foram interditados na manhã desta quinta-feira (26) pela Defesa Civil. Todas as pessoas que estavam nesses edifícios estão sendo retiradas. O quarteirão fica em frente ao prédio que desabou na noite de quarta (25).

As ruas do entorno estão repletas de pessoas que trabalham nesses locais e chegaram a entrar em suas lojas e salas comerciais. Maria Rosiene, balconista de uma loja que funciona no prédio 118 da Rua Senador Dantas, disse que chegou a subir para trabalhar, mas logo em seguida a Defesa Civil deu a ordem para que o edifício fosse evacuado. “A gente teve que sair do prédio por que estava em risco”, disse.

Rio de Janeiro entre escombros

Desabamento de três edifícios na quarta-feira deixou um cenário desolador no centro do Rio de Janeiro. O mais recente balanço de vítimas é de 4 mortos, seis feridos e 22 desaparecidos. Um problema estrutural no edifício mais alto poderá ter desencadeado a tragédia.